terça-feira, 30 de setembro de 2008

O Silêncio é a alma das Agressões Sexuais



Naum se pode falar em pedofilia sem se faze uma breve referenciaa aos desvios da sexualidade, ou sejas as parafilias,perturbações da sexualidades que podem ser constantes ou episodicas, que se manifestam atraves de fantasias ou de comportamentos recorrentes e que saum sentidas pelo próprio como sexualmente excitantes. A violência sexual contra crianças éh um tema sobre o qual paira uma barreira de silêncio. vem à baila sob forma de um escandalo envolvendo alguém famoso, como aconteceu com o cantor Michael Jackson, e rapidamente desaparece. Quando o assunto é o abuso praticado por alguém da família, o pacto é ainda mais inquebrantável. Não existem sequer estatísticas confiáveis, pq na maioria das vezes a criança sofre calada a experiência devastadora do incesto. Como ajudar essas crianças, vitimadas justamente pelas pessoas em quem mais deveriam confiar, a quebrar a barreira do silêncio? A criança violentada vive emparedada pelo seu proprio medo de falar e pela surdez de quem deveria ouvi-la.Por isso a proposta do centro é formar uma rede de apoio e atendimento. O principal motivo é que esse tipo de violência éh algo que vai contra a propria noção de humanidade, uma vez que a proibição de relações sexuais entre pais e filhos éh uma das características que nos distinguem dos animais. Os intricados desvãos dos relacionamentos familiares são outro obstáculo. O meio de comunicação, mais disputado, a Internet, está desenvolvendo novos recursos.O site do “Orkut”, que vem sendo explorado por grande parcela de internautas brasileiros e de outros países. Este constitui-se de perfil dos cadastrados, e informações, juntamente com criticas de assuntos variados; os blocos de especificas informações saum contidos em comunidades; como a de titulação “Diga não, a Pedofilia no Orkut”, semelhante a esta tem várias outras relacionadas. A prevenção do abuso contra crianças e adolescentes éh dever de todos nós. Vejo que uma das instituições que poderia ajudar no combate a esse tipo de violência é a própria escola em que está inserido o menor. Porém, também percebo na prática, que muitos professores ficam temerosos de fazer uma denúncia quando percebem que uma criança está sofrendo abuso sexual e também naum recebem o devido apoio de seus diretores. Temos que mudar essa situação, notificando aos COnselhores Tutelares esses abuso. E não precisamos temer, pois essa denúncia pode ser anônima. Deveríamos estender essa discussão para todos os educadores do Brasil.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Vício na Internet ou o fim do vazio?

Hoje vou falar um pouco de um vício: A Internet! Quando se fala em vício logo pensamos em drogas, cigarro, álcool, jogatina, entre outros. Porém, o vício está ligado a uma questão mais ampla, ou seja, não se restringe a um ou dois aspectos, mas sim a diversos. Há o vício em internet que também é conhecido como compulsão à internet ou internet-dependência.
Deixemo-nos de discurso de TVI ou de discurso de mães preocupadas que os filhos naum saem do computador “E será que o meu filho é um hacker?” ou…”Será que algum pedófilo se vai meter com a minha filhinha de 20 anos?” ou ainda “É pecado?” Nada disso.
Deixando o discurso da avozinha para trás, que perigo resta? O vício existe, isso eh um fato. Resta-me questionar se todos os vícios são completamente negativos.
Imaginemos um jovem só. (no extremo, com traços marcados anti-sociais). Através da net encontra um grupos de amigos com quem tem conversas interessantes e sai de vez de quando. Encontra namorada, e esta feliz nessa relação. Mas… continua diariamente na net.
Mais cuidado...É diagnosticado como um caso de internet-dependência, qdo as pessoas têm sua vida pessoal, profissional e sentimental afetada pela permanencia exagerada na internet. Atualmente, os casos de compulsão à internet vêm crescendo consideravelmente, isso está associado ao fato de que a todo o momento novas pessoas estão se conectando à rede, além dos atrativos novos que ela proporciona aos internautas veteranos, fazendo com que queira permanecer conectados sempre.
Uma pessoa que passa algumas horas conectadas a internet, seja enviando e-mails, conectado a sala de bate-papo, msn, orkut, realizando negócios ou jogando, pode ser considerado um ciberviciado.
Alguns pontos de vicio: Assim que chega a casa a primeira coisa que faz é ligar o computador.
– De manhã, é também das primeiras coisas que faz (é levantar, banho e pczinho)
– O estudo para a faculdade (ou secundário), desde que tem net, é feito em frente ao computador, com conversas de messenger em simultâneo. (não se tem dado mal por isso, seja como for).
– Se passar um dia inteiro em casa, só sai do pc para ir à casa de banho e para as refeições (se for preciso até tenta faze-las rapidamente para não estar muito tempo longe do mesmo).
– Nunca se deita antes da meia-noite, uma da manhã, e fica até essas horas no pc. (Se no dia seguinte tiver de levantar-se cedo, lá faz um enorme esforço para se deitar uma horita mais cedo). rsrs

A Internet colocou ao alcance de uma grande quantidade de pessoas um mundo virtual, mas que o mesmo éh composto de criações de fatos reais ou imaginários, mas se originam de pessoas reais de carne e osso, não de chips e de memória ram, uma vez que a máquina não trabalha sozinha. Como tudo na vida, temos as boas informações e as más informações, temos as boas pessoas e as más pessoas. Faz parte da vida, assim como temos que fazer várias escolhas na vida, agora temos também a Internet para fazermos escolhas, como se escolhe um programa de Tv, um filme no cinema, um papo com um amigo, uma profissão, sempre estamos fazendo avaliações de acordo com o que necessitamos ou desejamos. Na Internet, as informações naum tem filtro e chegam na velocidade da luz, ou seja, é só o tempo de alguém apertar alguns botões, algumas letras e pronto, já está tudo ao alcance de todos.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Consumidores do medo!

Vivemos dias de terror! Ainda que tenhamos uma formação vestida com o sentimento de segurança, pois crescemos com essa consciência dada por nossos antepassados: o medo vem sempre de fora, não devemos temer. O que prevalece é a nossa fé, força interior. A fé lança fora o medo.O medo pode ocorrer em diversas situações sendo que depende de cada pessoa para se manifestar, pois existem diferentes medos como de dirigir, de falar em público, de ficar sozinho, do escuro, de expressar sentimentos, de animais, de abrir um exame medico e tantos outros.
Partindo da diversidade em que o medo se manifesta deve-se sempre atentar para o medo excessivo já que pode desencadear fobias. Essa se manifesta quando o medo passa a limitar as atividades rotineiras e passa a apresentar sintomas específicos de transtornos originados a partir do medo mal administrado. O medo é uma ameaça, cada situação nova, inesperada que representa um perigo. Assim, parece que o medo teve seu conceito ampliado em face às circunstâncias modernizadas.Em nossos dias quase todas as pessoas passaram a ter medo, muito medo, pois ele tem sido muito mais acentuado em suas causas e conseqüências. As circunstâncias que nos envolvem têm feito a cada um de nós, consumidor do medo.São muitíssimas as situações de medo ou fobias e podemos dizer, não porque sejamos pessimistas, muitas circunstâncias novas ainda surgirão, porque o banditismo desenvolve progressivamente, haja vista o acesso livre da tecnologia, para realização de seus maus intentos.
Hoje está sendo perigoso andar de carro, perigoso andar de ônibus, perigoso andar a pés. Temos ouvido e visto os fatos. Vidas sendo ceifadas, outras têm passado a situações limitadas, paraplégicas, tratraplégicas, presas a uma cadeira de rodas. E o pior, fatos esses que permanecem sem explicações.Cada fato novo e triste, é alvo de manifestações, gritos, ações clamorosas, mas logo tudo é esquecido até que outro fato novo aconteça e volta a entristecer. Não há lugar seguro, nem nas instituições. Você corre perigo no ambiente do Banco, no Supermercado, nas Escolas!Infelizmente, não contamos como devíamos contar, com o auxílio dos poderes públicos. Eles têm sido impotentes porque não investem na segurança, muito menos na educação. Através desta, ainda que fosse a médio ou longo prazo, seria a solução. Somos sim, queiramos ou não, consumidores do medo, e como meio de proteção passamos a viver em verdadeiros claustros, cujas casas são fortificadas com muralhas e grades unidas até o teto.A nossa alma chora, grita de medo, mas também grita por revolta porque não se tem perspectivas de soluções. E mais, não podemos esconder a nossa preocupação em relação a nós e no futuro em relação a nossos filhos.
Eis o nosso grito:
Até quando vai o nosso sofrimento!?

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Drogas- O inimigo oculto.!!!



Bem...atendendo o pedido de minha grande amiga Sandra Leichtfeld...resolvi falar sobre Drogas; um tema que tem sido amplamente discutido na atualidade, não apenas por causa da onda de criminalidade promovida pelo tráfico em muitos lugares do mundo, mas pelo efeito mais devastador dela: a interferência na vida de famílias inteiras, que se vêem, de repente, envolvidas com a questão da dependência química. Qual é a melhor maneira de lidar com esse problema? Essa é uma pergunta ainda não respondida, apesar dos inúmeros tratamentos disponíveis e das tentativas de muitos estudiosos para descobrir remédios e técnicas capazes de ajudar as pessoas a se livrarem do vício.
O que eu gostaria de abordar nesse artigo, porém, é outra questão, que também é importante que seja levantada: o que leva uma criança ou um adolescente a experimentar drogas e, eventualmente, a se tornar um dependente químico? É claro que essa é uma pergunta tão difícil quanto saber qual é a melhor forma de lidar com esse problema, mas há alguns mitos sobre essa questão que podem ser discutidos.
O primeiro deles é o de que os jovens que usam drogas pertencem a famílias “desestruturadas”. Durante muito tempo, a maioria das pessoas achou (e muitas ainda acreditam) que o problema das drogas estava restrito a crianças e adolescentes filhos de pais separados. O que se dizia é que esses filhos, desestabilizados pela separação, recorriam às drogas para esquecer os problemas e fugir do desconforto causado pelo fim do casamento dos pais. Hoje, sabe-se que o uso de drogas (incluindo o cigarro e o álcool, que são as chamadas drogas legais) ocorre tanto em famílias em que os pais estão separados quanto naquelas em que eles estão juntos. Portanto, o divórcio não serve mais como vilão para explicar o uso de drogas entre adolescentes, e outras causas, mais próximas da realidade, devem ser pesquisadas. Inúmeras pesquisas têm mostrado, por exemplo, que um dos principais motivos que levam os adolescentes a experimentar as chamadas drogas ilícitas (como a maconha e a cocaína, por exemplo) é a curiosidade pelas sensações que os amigos relatam sentir ou porque querem saber a razão de a droga ser tão consumida, apesar de todo mundo dizer que ela é ruim. Uma segunda causa, muito citada pelos adolescentes usuários de drogas, é a necessidade de aceitação pelo grupo de amigos. Muitas vezes, o jovem está em uma festa com os amigos ou vai a algum lugar à noite onde todos estão consumindo alguma droga. Nesse momento, ele se sente constrangido em dizer que não quer provar ou tem medo de ser rejeitado pelo grupo se não aceitar. Esses dados nos dizem, em primeiro lugar, que um adolescente não sai pelas ruas disposto a experimentar drogas pela primeira vez porque brigou em casa e acha que essa é uma ótima maneira de fugir dos problemas. Ele não conhece os efeitos da droga e as conseqüências que o uso pode trazer e, por isso, ela ainda não é um veículo de fuga.
O primeiro contato do adolescente com as drogas costuma ser casual, motivado principalmente pela curiosidade, pelo desejo de experimentar novas sensações e pela pressão do grupo de amigos do qual faz parte. Já o contato com drogas como o cigarro e o álcool costuma ser mais precoce e ocorre, na maioria das vezes, em casa. O fato de os pais beberem ou fumarem torna esses produtos acessíveis à criança, que, também por curiosidade, acaba experimentando-os. No entanto, é preciso considerar que, ainda que o primeiro contato com as drogas seja casual, o que faz com que uma criança ou adolescente se torne ou não um dependente químico não é mero acaso. Outro mito da atualidade é o de que os adolescentes têm muitas informações sobre os efeitos das drogas, já que o acesso à TV e a outros meios de comunicação de massa é generalizado e, portanto, todos “sabem bem o que fazem” quando utilizam qualquer substância química. Concepções parecidas são encontradas entre consumidores de ecstasy, uma substância muito utilizada pelos jovens em festas. Para eles, essa droga não vicia e não traz dano algum à saúde, o que é um erro grave. Tudo isso mostra que as informações que os adolescentes têm sobre drogas restringem-se a “drogas fazem mal à saúde”, mas a maioria não sabe dimensionar com clareza que tipo de dano a droga causa ao organismo.
O grande desafio de pais, educadores e profissionais da área da saúde é desmistificar o usuário de drogas. Quando se passa a encarar o uso de drogas como algo que pode acontecer com qualquer um, a necessidade de investimento em prevenção se torna ainda mais importante e passa a ser vista como algo fundamental na família e na escola.

domingo, 7 de setembro de 2008

_____Criticas & Sugestões_____


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